domingo, 6 de abril de 2014



REAL EVOLUÇÃO DA FEITURA DA OBRA DOM CASMURRO
O escrever este pequeno comentário se prendeu ao desejo fortíssimo que tenho em ver a obra Dom Casmurro analisada com profundidade nos seus mínimos detalhes, os julgados importantes por aquele que a escreveu    o nosso genialíssimo Joaquim Maria Machado de Assis.

CONSIDERAÇÕES INICIAIS
  Perdoe-me não concordar com a leitura que se tem feito no decorrer da história da obra Dom Casmurro. Nisto ou considerando isto informo que o objetivo principal desta espécie de chamamento de atenção é  para dar a idéia de como vejo o importante uso da Hermenêutica na sua mais elementar aplicação; quer no Direito, Teologia e demais obras escritas ou qualquer investigação de fatos ou como se construiu isso ou aquilo, ainda que no campo da ficção.  

AGRADECIMENTO
Aproveito de igual modo, para agradecer de todo meu coração à forma receptiva e carinhosa como os meus atuais catorze Blogs de estudos estão sendo visitados por milhares de pessoas no Brasil, e em mais vinte e oito (28) países    alguns dos Temas, mais visitados no exterior do que no Brasil.  Isto enseja o meu muito obrigado, e ouso ainda lhes pedir mais, que divulguem esses meus estudos  sobre Temas (assuntos) específicos, porquanto, como pode ser constatado nos mesmos, eles foram e são produzidos com a máxima seriedade na direção de ser útil a todos nós seres humanos... Também lhes informo que estou aberto às contestações sérias que visem ajudar esse intercâmbio de idéias e conseqüentemente a todos nós como indivíduos... Também informo, que em função da saudável controvérsia suscitada por mim para a questão Obra Aberta, que está tendo conseqüências; acresci o estudo nesse pormenor no final deste Blog.   
 Para acessar os demais, dos atuais doze Blogs, clique no link perfil geral do autor (abaixo da minha foto) e a lista aparecerá, bastando clicar no título de cada um para acessá-lo. 

PRÓLOGO
1
Na realidade (sendo repetitivo), o que estou buscando fazer neste pequeno trabalho é unir o útil ao agradável; ou seja, falar das particularidades da obra Dom Casmurro e ao mesmo tempo usar esse pequeno estudo para marcar a importância da Hermenêutica; não só para o Direito e Teologia (repetitivo mais uma vez), como também para o estudo de qualquer texto escrito, inclusive de Literatura. Como mostrarei a pertinência do que digo ao fazer essa pequena analise ─ levantando pontos relevantes, inclusive, quanto à sua feitura (coisas fora dela)  ─, da emblemática obra Dom Casmurro do nosso grande escritor Joaquim Maria Machado de Assis... Comente isto com outras pessoas.     

QUESTÕES  BÁSICAS  RELACIONADAS  COM  A  OBRA
VERDADE I
2
Como em tudo que se escreve há uma preparação para a construção do se pretende ligado a este  trabalho,  que no caso da obra Dom Casmurro;  a primeira coisa que Machado planejou sobre esse seu livro foi que a obra seria uma adaptação de Otelo, o Mouro de Veneza de Shakespeare.

VERDADE II
3
 Na adaptação, a genialidade de Machado o levou a usar somente três personagens da obra  Otelo, justamente os mais fracos, dos quatro principais: O inseguro, pouco inteligente e fácil de manipular, Otelo; a pobre coitadinha Desdêmona que não sabia se defender de intrigas contra ela e o não menos expressivo na obra, Miguel Cássio. Isto, para esses personagens que foram adaptados por Machado; correspondendo para Desdêmona (a Capitu), mulher inteligente e de grande personalidade; para Miguel Cássio (o Escobar), alguém em Dom Casmurro muito maior que o personagem de Shakespeare; e para Otelo (o Bentinho; e no intrigar-se a ação de Iago ao mesmo tempo), em função disto, se a obra Dom Casmurro fosse veiculada em quadrinhos; a sua quase totalidade seria de balões de pensamento    Bentinho pensando ou falando consigo mesmo... Ainda, com relação a Iago    a estrela maior de Otelo  ─, de maneira sutil Machado criou o personagem José Dias, que não é o Iago adaptado à obra, e sim o próprio Machado transitando na obra.  Iludindo de forma lúdico-séria, intencionalmente a muitos intelectuais com isto. Fazendo críticas sobre diversas questões, tais como: A cigana oblíqua, que é uma crítica de Machado ao nosso gratuito ruim preconceito contra os ciganos (negativo, pois aqui o pré-conceito é para o mal)    como ele diz na obra, “de cigana” e não da cigana... A título de informação: pré-conceito é o conceito antecipado sobre ou de alguma coisa com dois (2) possíveis entendimentos semânticos, bom ou mal.  Critica a hierarquia e o direito canônico do catolicismo, nos superlativos de José Dias. Critica o patrulhamento e a perseguição exercida contra a homeopatia no século XIX, isto mostrado na habilidade médica de José Dias nesta especialidade, e por fim; sua plena identificação com o personagem, cuja característica básica do seu conhecimento é a de autodidata como ele, Machado.

VERDADE III
4
Não existe nenhuma mulher oblíqua na obra Dom Casmurro, nem mesmo cigana; embora seja esta a referência, que aparece desde o capítulo vinte e cinco No Passeio Público e continua até o fim da obra: mais uma dessas jogadas da genialidade do nosso grande Machado, cuja inserção teve o objetivo informado por mim anteriormente e também brincar com intelectuais.

VERDADE IV
5
Triste é saber que a leitura errada de Dom Casmurro gerou a também errada denominação de que ser oblíquo ou oblíqua corresponde hoje a desvio de caráter, quando a realidade é que na época (fim do século XIX) do lançamento da obra Dom Casmurro, como consta no Dicionário de Cândido Figueiredo (1899) oblíquo ou oblíqua somente correspondia a coisas da geometria (mais uma das pegadinhas de Machado), ou seja, erraram os que entenderam qualquer pessoa como oblíqua na obra Dom Casmurro    até porque, oblíqua (inclinada, não perpendicular não adjetiva plenamente nada) somente semi-adjetivaria  ou semi-qualificaria, e até poderia ser exatamente o contrário do que se diz, se a inclinação fosse para o bem    porquanto demandaria a pergunta: inclinada a quê  ou para quê? Ainda, não haveria como vincular oblíqua a dissimulada, pelo fato de Machado ter escrito    São assim de cigana oblíqua “e” dissimulada; oblíqua, seria a falsa adjetivação e (mais, conjunção aditiva  e) dissimulada, adjetivação com entendimento semântico que explico no Blog citado.    O pior quanto a isto, foi os lexicógrafos terem levado esse erro de interpretação para os Dicionários. 

VERDADE V
6
Na questão de número um (verdade I) objetivei a idéia de estabelecer uma ordem de causa e efeito para a feitura de Dom Casmurro, e de fato há essa seqüência cronológica e é possível resgatá-la... Como disse no início, a obra Dom Casmurro é uma adaptação de Otelo, o Mouro de Veneza de Shakespeare (1564 ─ 1616); a partir daí Machado resolveu que diferente dos personagens Otelo e Desdêmona, Bentinho e Capitu teriam um filho. Nisto, o existir  desse filho, na cabeça genial de Machado, em função do seu grande conhecimento de tudo ─  principalmente Teologia.  E nesse pormenor, não só o conhecimento profundo de Machado de Assis sobre a Bíblia e a Teologia de um modo geral, como também outras áreas do saber; conforme busco resgatar no estudo do Blog SÓCRATES VERSUS PLATÃO VERSUS MACHADO VERSUS O AMOR, endereço - www.socratesplataomachado.blogspot.com ... Quando se fala em Bíblia e Teologia, se torna plenamente necessário entender Hermenêutica (do grego, interpretar), no que, o exercício da Hermenêutica possibilita interagir com o passado do que foi escrito e até construir fatos desse passado ligado à feitura desses escritos. Assim como no Direito e obras históricas antigas; qualquer obra escrita, inclusive de ficção, numa criteriosa avaliação hermenêutica pode trazer à luz muitas coisas importantes não percebidas até então.
7
Preste atenção ao que vou dizer sobre a cronologia da feitura da obra Dom Casmurro. Porquanto Machado ao estabelecer a existência de um filho para o casal    tudo isto antes de começar a escrevê-la  ─ ainda na faze da estruturação do Tema nos seus desdobramentos  ─, resolveu caminhar pela Teologia, a partir de uma picuinha; que no seu entender faria os intelectuais ficarem pairando nas nuvens. Sabendo Machado que no livro do profeta Ezequiel na Bíblia  (Antigo Testamento); o profeta é chamado por Deus setenta vezes de “filho do homem”. Isto permitiu a ele criar a  maldosa  ilação em tom de brincadeira, contra o menino Ezequiel, na prática de alguma peraltice; quando alguém ao repreendê-lo, dizia: filho do homem não faça isto ou aquilo; na intenção da dúvida de ser o menino, não filho de Bentinho e sim fruto do adultério de Capitu com Escobar, coisa que explico com detalhes no Blog acima citado.

VERDADE VI
8
O que estou afirmando com toda a certeza é o fato de que embora esteja registrado na obra ser o nome Ezequiel dado ao menino filho de Bentinho e de Capitu decorrente do nome de Escobar, também Ezequiel, como consta no texto da obra. A verdade é que o primeiro nome de todos os personagens da obra é o do menino Ezequiel e nem mesmo o de Ezequiel Escobar o antecede; inclusive o nome Ezequiel é o único que não poderia ser mudado no decorrer da feitura da obra (coisa comum na construção de um texto em andamento), por ser parte determinante da trama com componentes bíblicos e teológicos, fortemente presente em Dom Casmurro como em todas as obras de Machado... A prova contundente quanto à proeminência do nome dado ao menino ─ explico isto no Blog citado acima ─, se define, no que, embora sendo Escobar também Ezequiel, ninguém, em momento algum fez alusão ao profeta Ezequiel em relação a Escobar, como seria perfeitamente normal brincar com coisa assim no Seminário teológico onde se estuda a Bíblia. Que no caso do menino e do profeta Ezequiel (profetizou de 595 ─ 574 a.C, durante a 2ª hegemonia babilônica, 2º Império), isto já estava literalmente ligado ao capítulo vinte e oito (28) do livro deste profeta, precisamente no versículo 15a (Ezequiel 28. 15a, b, e c, ver Bíblia), que é o texto da lápide da sepultura do menino, quando da sua morte ─ desde o dia da tua criação; tu eras perfeito nos teus caminhos (parte “a” e “b”) e a parte “c”,  não citada na obra    até que em ti se achou iniqüidade.
9
Esta é a segunda base fundamental (a primeira foi na adaptação de Otelo e o casal ter um filho) na seqüência de criação da obra Dom Casmurro e também a que norteia grande parte da trama nas suas críticas teológicas veementes contidas na obra, como poderá ser constatado na leitura do Blog sugerido acima por mim, no qual, detalho de maneira pormenorizada cada nuance do que estou afirmando aqui. No qual também, comento a sustentação empírica, que chamam de intertextualidade (a citação daqueles exemplos ou pessoas que é preciso ser explicado pelo editor no final da obra, e/ou nas notas de rodapé) usada por Machado em todas as suas obras; como fizeram os poetas e filósofos gregos, os escritores do Novo Testamento e foi demonstrado de maneira objetiva e didática por Nicolau Maquiavel em sua obra O Príncipe... No Blog citado acima mostro    como exemplo, citando sete capítulos de Memórias Póstumas de Braz Cubas  ─, esta base empírica, na qual, a primeira referência de Machado é exatamente bíblica    Deuteronômio 34. 5-8 (que ele não dá o endereço nem transcreve o texto), que pressupõe ter Moisés narrado a sua própria morte. Este é o grande Machado. Para entendê-lo você precisa conhecer de Bíblia e Teologia (religiões), senão, pelo menos se preocupe com isto ao ler o que ele escreveu.           

VERDADE VII
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Não há absolutamente informação coerente em Dom Casmurro que identifique Capitu com adultera, pelo contrário, das duas pessoas que inevitavelmente poderiam saber a verdade sobre isto, Escobar e Capitu; ele, Escobar sugeriu a Bentinho o futuro casamento entre sua filha Capituzinha com Ezequiel, filho de Bentinho e Capitu, que nisto, seria pouco inteligente supor que Escobar sugeriria um incesto entre os filhos de ambos, se ele fosse pai de Ezequiel.  Daí concluir, sabendo inicialmente; por ter lido atentamente na obra, que “as aparentes dúvidas” sugeridas mentalmente (maquinando) pelo próprio Bentinho e por outras pessoas; serem racional e perfeitamente refutáveis à luz de todo o texto da própria obra essas pretensas dúvidas, porquanto é a da semelhança do menino ao imitar Escobar (se parece com ele quando o imita), e não só a ele, como também a outras pessoas; e mais essa contundente afirmação de Escobar quanto ao possível casamento dos filhos de ambos, que caminha na direção de elucidar de forma contundente mais essa traquinagem enigmática de Machado.

VERDADE VIII
11
Sendo Dom Casmurro a que marca, ou a principal, obra do início do chamado Realismo; há muitas coisas do cotidiano contidas nela a serem comentadas, todavia para ter acesso a isto você terá que ler o Blog sugerido por mim; no qual enumero com detalhes questões do dia-a-dia, reproduzidos na obra ─ que lhe dão sem sombra de dúvidas a característica de realismo  ─, inteligentemente inserido na obra por Machado dando-lhes a sua devida identificação passo a passo da evolução da história (narrativa) que o livro propõe.

VERDADE IX
12
A obra Dom Casmurro não é aberta    embora, o vício de assim pensar os faça  julgar  a mais aberta de todas ─, como nada que se escreve o é. Isto, quer dizer exatamente que o autor ao escrever qualquer texto: Seja obra de Literatura, Livro técnico, Relatório, Memorando, Bilhetinho para namorados, qualquer Diário, Carta pra vovó; enfim, tudo o que foi escrito não pode ser entendido por esse ou aquele a seu bel-prazer e sim exatamente o que o autor quis transmitir no que escreveu. Com relação à obra Dom Casmurro especificamente, no meu Blog sugerido; ao final reproduzo uma paráfrase de parte do capítulo Convivas de Boa Memória de número cinqüenta e nove da obra; no qual, Machado desmistifica essa falsa idéia de Obra Aberta,  que eu, nesta pequena paráfrase, ao final do Blog citado, explico de maneira didática e objetiva a improcedência do erro lingüístico e literário da pseudo Obra Aberta. Coisa essa que já causou sérios problemas a Universidades, quando do uso de material de obras de autores ainda vivos, os quais,    sem citar aqui quais as Universidades e autores  ─, contestaram resposta dadas como certas para questões em exames Vestibulares que não correspondiam ao escrito por eles nas suas obras. Disto resultou a cômoda e inteligente solução de hoje não mais colocar em exames Vestibulares questões de obras de autores vivos.
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Tudo isto dito por mim com relação a nenhum escrito ser aberto para várias conclusões; se aplica também determinantemente à interpretação que faço da obra Dom Casmurro e de tudo quanto leio e comento, fazendo-o não na direção de colocar a minha idéia sobre isto ou aquilo e sim buscar estabelecer a verdade daquele (o autor) que a escreveu na sua origem; caso contrário seria eu, não mais um no rol dos abridores de plantão (perdoe o coloquial) e sim, mais um que não conseguiu entender o que leu.  Ainda, com relação a essa absurda liberdade de que todos (cada um) teriam o direito de interpretar ao seu modo os diversos escritos; bom será que você dê uma olhada na entrevista concedida pela grande escritora  Clarice Lispector      a qual muitos e muitos se dão ao direito de entender de mil maneiras o que ela escreveu  ─, à TV Cultura em 1977, quando nesta entrevista ela elucida algumas questões na direção do aqui ponderado... Ainda que continue sendo ouvido por nós o “Eco” (Humberto) da aleatoriedade (embora pareça estranho, também ambigüidade) do que se entende dos: Signos (1), Semiótica, Semiologia, Semântica, Entropia e etc... Entretanto, porém, mas, pois, porquanto, como disse Parmênides de Eléia na sua contraposição ao Devir de Heráclito de Éfeso (parafraseando): Nenhuma obra escrita é Aberta às aleatórias interpretações nossas, e sim, ela é o que é, exatamente (fechada) o que o seu escritor (autor) quis dizer ao escrevê-la. Senão  ─ de igual modo  ─, seria impossível entender o grande teatrólogo Eugênio Kusnet quando disse ser necessário conhecer exatamente os objetivos de cada  personagem (saber o que cada um deles realmente é) no desenvolver (enredo) da obra    conhecê-lo exatamente como o autor o concebeu nela; o que nos impede de  abri-la a nosso bel-prazer interpretativo.
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A coisa séria e perigosa relacionada com a chamada Obra Aberta está neste conceito e sua prática generalizada que é tangenciada (muito próxima) pelo mar de maionese onde navega (perdoe, por favor, o coloquial) a leitura de analfabetos funcionais    os quais, muitas das vezes têm sido, quando lêem coisas que não entendem e seguem na ingenuidade pretensiosa, como que, criando outra obra dentro da obra verdadeira.
15
O dito aqui é presente e comum no dia-a-dia de todos nós muito mais do que se possa imaginar. Daí, a necessidade de avaliá-la    com muita calma, discernimento e sinceridade ─, e revermos conceitos que foram consolidados no decorrer do tempo com pouca base de fundamentação... Porquanto, considerando a questão Obra Aberta e/ou a leitura de Analfabeto Funcional; estamos sob o poder:  Do sei ou não sei o quê, ou seja, temos realmente acreditado neste direito, e isto irá acontecer até que o bom-senso dele nos separe.        
    
VERDADE X
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Não existe, nem de leve alusão ao comportamento Patriarcal dos homens (sentido de machismo, hegemonia masculina) na obra; como querem muitos críticos literários, balizando isto no momento cultural da época, no Brasil e no exterior; porquanto    numa obra de ficção só se pode ler e entender nela o que o autor intencionalmente lá colocou  ─ como algumas coisas daquele momento contemporâneo (não esta), citadas por mim no tópico verdade II  ─, e sim, pelo contrário, as mulheres em Dom Casmurro exercem plena opinião e agem normalmente sem haver contra elas alusão a este ruim preconceito, inclusive, sendo a personagem Dona Glória, mãe de Bentinho a perfeita Matriarca na obra.  
     
CONSIDERAÇÕES FINAIS
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Creio não ser necessário avançar mais nas considerações da obra, porquanto, no meu Blog sugerido acima detalho todas essas questões sintetizadas aqui, as quais poderão ser minuciosamente lidas e estudadas no Blog citado. Para  o estudo sugerido e este chamado de atenção que aqui faço, peço toda compreensão para o meu estilo veemente de argumentação, o qual corresponde tão-somente ao acreditar no que escrevo, sem deixar de ressalvar, é claro! Se me for provado o contrário de tudo o que digo, solene e imediatamente  capitularei (perdoe a brincadeira) dos meus postulados.  Leia também o que digo sobre o meu próprio Blog, abaixo  na parte dos comentários.
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APELO  VEEMENTE  FINAL
 Quanto ao conteúdo de Blogs anteriores, deste e dos futuros; no caso do uso de parte das informações dos mesmos; peço-lhe, usando a mesma força de expressão usada no Blog anterior:  ─ Desesperadamente me dê o devido crédito de tudo o que for usado    não somente em função do direito autoral, mas, para  que, por meio da sua citação, o anterior, este, e os futuros sejam divulgados por seu intermédio de maneira justa e legal. 

                    Jorge Vidal   Escritor  Batista  autodidata   
                                                          
                                                    Email  egrojladiv@yahoo.com.br

Um comentário:

JORGE VIDAL disse...

A questão Obra Aberta é algo de suma importância e precisa ser discutida para que este assunto se defina de maneira plena sem aquelas argumentações excessivamente ambíguas (no momento em que se processa) e aleatórias quando objetivamente a defendem, como que, se não quisessem a sua morte definitiva; porquanto o Eco (Humberto) dessa coisa, ainda é fortíssimo no meio Acadêmico das Letras e tem contaminado a avaliação lógica e verdadeira da questão. Todas às vezes que converso com alunos área das Letras e falo dos meus Blogs. Sou veementemente contestado quanto à questão, a qual ─ como você poderá constatar nos meus escritos ─, para mim é óbvio isto não ser como resolveram entender e proclamam. Conheci há quase três décadas passadas um hábil pintor, cujos quadros (lindíssimos), eram basicamente sobre o Tema paisagens. O qual reclamava de maneira tristonha do modo como eram vistas e avaliadas suas obras ─ como eu disse lindíssimas à semelhança de “fotografias vivas” em tinta; as quais, não receberam o devido reconhecimento da parte dos que as viram e analisaram. Essa decepção daquele grande pintor o levou ─ segundo o que ele me disse posteriormente ─, à medida drástica de testar àqueles que se entendem como “críticos de artes”; quando no seu atelier literalmente borrou (1) aleatoriamente algumas telas ainda em branco, com cores variadas, as assinou e as levou para serem expostas… Sucesso total a sua exposição, inclusive, vendeu todos os quadros. Estou contando aqui neste comentário no meu próprio Blog este fato, justamente pelo motivo de ter dito e continuar dizendo que qualquer texto escrito só pode ser entendido exatamente no que o seu autor quis dizer. Entretanto, no acontecido e aqui contado por mim; vimos e vemos em obras (de pintura), as que foram borradas aleatoriamente, o não conterem nenhuma informação consciente do pintor, que os inteligentes interpretadores de plantão; interpretam (de maneira fantasiosa), gostam e compram… E isto foi e é feito nas nossas interpretações legitimamente feita para algo sem nenhum Tema, informação, nem mesmo crítica ou contestação de alguma coisa, porquanto as pinturas foram e são em muitos casos; plenamente aleatórias (sem sentido algum), cabendo, de alguma forma (por este motivo), as nossas abertas interpretações...
Isto aqui informado não tem e não terá nada a ver com escritos conscientemente feito por alguém ─ uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa (perdoe o desgastado coloquial) ─, diferentemente não se produz racionalmente nenhum texto sem significado; ressalvando que há textos sobre enigmas (que têm sua exata interpretação) e parábolas idem. E se alguém, como que, borrar um texto com confusão. Machado de Assis nos diz na obra Dom Casmurro, capítulo cinqüenta e nove Convivas de Boa Memória ─ Nada se emenda nos livros confusos. Não há como penetrá-lo (abri-lo)… Explico isto com detalhes no Blog citado no estudo. Não assumam, por favor: ─ (em) O Nome da Rosa e de todas as flores do jardim ─, nenhuma atitude de ódio contra meus posicionamentos e sim, sincero, veemente e até total confronto no discutirmos profundamente estes assuntos…
Certos das vossas efetivas participações nesta salutar e necessária discussão.

Atenciosamente JORGE VIDAL